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O especial cuidado com o qual o setor florestal tem desenvolvido seus projetos de Responsabilidade Social e Ambiental tem feito com que muitos deles acabem participando, de forma ativa, na cadeia de negócio da própria empresa. Além do prazer de fazer um trabalho bem feito, com respeito e dignidade ao trabalhador e à comunidade, as empresas do sistema mostram magníficos resultados. As acanhadas ações de subsistência familiar já estão exportando; eternos conflitos transformaram-se num pacífico e rentável convívio. Bastou sentar, ouvir, negociar e honrar. Mais ideias, envolvendo mais gente, estão, a cada dia, consolidando essa relação ganha-ganha. Nesta edição, mostraremos como o sistema florestal tem conseguido viabilizar economicamente suas ações sociais e ambientais. O sistema precisa ir mais longe. O que ainda falta? O que pode ser feito para melhorar? Existem ainda perguntas sem respostas? Confira.
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Estamos fazendo os investimentos necessários e suficientes em pesquisa para a manutenção e avanço de nossa liderança no setor florestal? O que deve ser mudado? O que deve ser parado? O que deve ser feito para que o sistema florestal busque e se consolide na liderança mundial nos vários segmentos de atuação? Os líderes dos departamentos florestais dos principais centros de pesquisas, das entidades, dos agentes de ligação empresa-universidade, e das empresas de fomento estão contando nesta edição tudo o que está sendo feito no país, neste sentido, dentro do sistema florestal brasileiro.
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Essa edição teve como pauta uma análise sobre a tecnologia da indústria florestal. Convidando os maiores especialistas do País para contarem o que está sendo realizado na fronteira do conhecimento, envolvendo todos os segmentos onde se é aplicada a madeira da floresta plantada.
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Essa edição avaliou a real sustentabilidade da floresta plantada brasileira. Convidamos os grandes especialistas do País para analisar o que está sendo realizado nesta área; para dizer o que ainda precisa ser feito; para expor casos de sucesso com as melhores formas de utilização, de restauração e de recuperação; e para analisar o rumo que se tem dado na definições das regras, das leis e dos códigos. Confira.
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Essa edição fez analisou as inovações tecnológicas do plantio, colheita e transporte florestal, destacando o estado-da-arte dos processos e procedimentos, implementos e equipamentos, utilizados em cada etapa destas operações. Reuniremos, como de costume, reconhecidos executivos, cientistas e autoridades do setor florestal. Confira.
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Nesta edição analisamos as tendências de consolidação dos conceitos, das formas e dos meios que estão norteando os projetos em estudo e em implantação para a produção de energia a partir da biomassa das florestas plantadas, com vistas ao mercado nacional e para as oportunidades que o mercado internacional oferece a curto, médio e longo prazos.
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Convidamos respeitáveis autoridades, cientistas e executivos envolvidos direta e indiretamente na produção de celulose, papel, carvão, siderurgia, painéis e madeira, com base desenvolvimentista e preservacionista, para analisarem as condições de conflito ou de conciliação entre tais estruturas de pensamentos e da natureza dos argumentos na análise desse tema.
Confira as suas opiniões.
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Fizemos uma profunda análise sobre As Novas Fronteiras da Floresta Plantada brasileira. Reunimos os mais respeitados executivos, cientistas e autoridades do país para avaliarem assuntos como: aonde se localizam tais áreas, o que pensam os atuais e os novos investidores, o tamanho dos riscos, desafios e oportunidades, a infraestrutura, os impactos nas economias regionais, os desafios da tecnologia, o material genético, a nutrição das plantas, o regime hídrico, a mão-de-obra disponível, a produtividade, os custos, as questões fundiárias, a aplicação que se planeja dar a madeira produzida, o valor esperado para essa madeira... Confira.
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Montando uma edição especial para a Expoforest e complexo de eventos que a compõem, da qual participaram com exclusividade os palestrantes do Encontro Brasileiro de Silvicultura, do Seminário de Colheita de Madeira e Transporte Florestal, e do Simpósio sobre Incêndios Florestais e Controle de Queimadas. Confira.
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Quem comanda este setor sabe muito bem aonde quer estar no curto, médio e longo prazos. Sabe as regras, códigos, leis e estratégias sob as quais precisa trabalhar para consolidar as conquistas e estruturar sua expansão. O que deve continuar sendo feito? O que precisa ser mudado? O que precisa passar a ser feito? Tem muita gente nova com poder de decisão chegando nos Governos no dia 1º de Janeiro e precisam saber as respostas para estas questões para poder ajudar.
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É possível produzir com sustentabilidade? Se sim, como, na prática, se pode gerar riqueza tendo como parceiros o meio ambiente e a sociedade. Nesta edição estamos mostrando quais são os movimentos inovadores, os modelos e os conceitos de sustentabilidade já consolidados ou em desenvolvimento, envolvendo a produção de celulose, papel, carvão, siderurgia, painéis e madeira, dentre algumas matérias especiais. Confira.
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Esta edição é dedicada à Colheita de madeira e ao transporte florestal. Destacamos os mais modernos equipamentos e implementos, processos no estado-da-arte, ensaios e experi-mentos em desenvolvimento, além de atuais e polemicas questões como terceirização versus primarização, dentre outros assuntos.
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Há poucas décadas não existia floresta plantada no Brasil e muito pouco representávamos nas áreas de celulose, papel, siderurgia e painéis. Mas existiu um grupo de sonhadores. Competentes empreendedores que, em poucas décadas estruturaram um respeitado negócio. Aliás, pensamos que não exista no mundo, um caso de sucesso maior que o representado pelo sistema florestal brasileiro. Apresentaremos nesta edição respeitáveis Engenheiros Florestais, atuantes das áreas de ensino, pesquisa e desenvolvimento, e em várias posições do meio profissional, envolvendo tanto os Seniores, falando do passado que construíram, como alguns de seus brilhantes alunos, os novos engenheiros que estão dando continuidade a este maravilhoso trabalho. Confira.
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Código Florestal Brasileiro: se for severo demais, será burlado; se for flexível demais, será inútil. No bom senso, estará o equilíbrio. Mas, onde está o equilíbrio? Produção ou preservação? Valor da existência ou valor de uso? Quais devem ser os limites racionais de cada posição? Como deve ser a legislação que administra tais interesses? Para discutir essa delicada questão, convidamos respeitáveis executivos, autoridades de governo, ruralistas, ambientalistas e cientistas, representando todas as tendências do pensamento, com posições favoráveis e contrárias, para expressarem-se, sob a ótica do setor que representa, sobre as base e princípios do Código Florestal Brasileiro.
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Alguns segmentos ligados ao setor florestal foram duramente atingidos com a crise mundial. Outros não sentiram, de fato, nem a "marolinha". Aliás, um mesmo segmento no exterior, foi duramente atingido, enquanto aqui no Brasil, os efeitos da crise sobre este mesmo segmento, foram, de certa forma, leves e rápidos. Fato é que, estamos vivendo um período de mudanças e ajustes mundiais. Tudo indica que, se conseguir recuperar a prevista falta de madeira, o setor florestal sairá muito bem deste episódio.
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Fizemos esta pergunta aos mais destacados executivos, cientistas e autoridades do país para saber se sustentabilidade é, ainda, uma questão secundária tratada apenas por ambientalistas ou é, de fato, um importante parâmetro para nortear ações de executivos preocupados com a sobrevivência de um negócio?
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Nesta edição analisamos a atual condição do mercado florestal brasileiro, o cenário da produção de celulose e o ambiente geral da fabricação de papel, avaliando todo o conjunto de circunstâncias imediatas e de longo prazo, sob a ótica empresarial, econômica, científica e governamental.
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Com a participação de todos os palestrantes do Encontro Brasileiro de Silvicultura, evento oficial da Expo Forest, avaliamos as mais modernas técnicas de implantação e reforma florestal, de sustentabilidade na produtividade florestal, de silvicultura de precisão e de proteção florestal, abordando temas como: conservação e preparo de solo, manejo de resíduos, monitoramento nutricional, evolução das máquinas e implementos, melhoramento genético, sensoriamento remoto e processamento de dados, manejo integrado de plantas daninhas e pragas, uso de agroquímicos, controle de incêndio, dentre outros assuntos.
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Especialistas do setor de celulose, papel & floresta, todos palestrantes da Expoforest-2008, estão expondo e avaliando, nesta edição, os mais avançados sistemas de colheita de madeira e transporte florestal, sob os aspectos da gestão de pessoas, da logística, das novas tecnologias, dos prestadores de serviços, da cadeia produtiva e as tendências.
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A madeira é a mais velha de todas as fontes de energia. Velha, fundamental e atual. E, com a implantação das novas tecnologias, envolvendo dezenas de produtos sólidos, líquidos e gasosos - energia sob variadas formas, em larga escala de produção, vai se tornar ainda mais importante. Neste cenário a floresta plantada assume um novo patamar de utilidade, crédito e valor. Esta edição avaliou o potencial energético que o sistema florestal pode gerar, expondo o estado-da-arte da produção do carvão, eletricidade, álcool, bio-óleo, resinas, ácidos, gases, dentre muitos outros produtos da madeira.
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A mudança climática é, certamente, um dos problemas mais graves que a humanidade enfrentará. Ela expõe a forte relação existente entre energia, tecnologia, economia, sociedade e seus impactos sobre o meio ambiente. Esta edição avaliou o papel que o sistema florestal exerce ou poderá exercer para atenuar as mudanças climáticas. Sob a óptica do interesse florestal, avaliamos todos os aspectos e perspectivas das questões ambientais, econômicas e sociais. Convidamos os maiores especialistas do país no assunto para compor o time de articulistas desta edição. Se existe alguma coisa a ser feita, a hora é agora.
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Fizemos uma profunda análise sobre os Pólos de Desenvolvimento Florestais brasileiros, avaliando os aspectos operacionais para a instalação de pólos industriais, através da consolidação de Arranjos Produtivos Locais - os chamados APL´s, integrando as oportunidades geradas ao redor dos empreendimentos florestais, envolvendo as indústrias de celulose, painéis, madeira e biomassa.
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Convidamos os governantes dos principais Estados florestais brasileiros, empresários do setor, presidentes de entidades, especialistas, consultores e pesquisadores de respeitáveis centros de desenvolvimento do conhecimento nacional para avaliarem os planos governamentais e empresariais de longo prazo para o setor florestal. A edição concretizou-se num importante documento para o setor florestal.
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A expansão florestal do hemisfério sul está cada vez mais apoiada nos conhecimentos científicos sobre os ecossistemas de plantações florestais e suas interrelações ambientais e sociais. Nossas florestas produzem em 7 anos, o que nossos concorrentes produzem em 50 e, nos últimos anos, duplicamos nosso programa de plantio. Nesta edição convidamos especialistas de toda a América Latina para avaliar este assunto. Confira.
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A edição deste trimestre convidou os maiores especialistas do país no assunto para fazer uma avaliação sobre a implantação de florestas nativas, buscando identificar e avaliar os mais avançados experimentos científicos, os mais rentáveis modelos econômicos, os métodos de maior valor agregado e os mais destacados sistemas ecológicos, no desenvolvimento de florestas nativas, motivadas pela necessidade da recuperação de ecossistemas florestais ou pela oportunidade do plantio comercial. A edição teve a honra de trazer a Ministra Marina Silva fazendo o Editorial de abertura da revista.
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Esta edição faz uma profunda análise da evolução da tecnologia envolvida nos processos de Colheita e de Logística de Movimentação e de Transporte Florestal, envolvendo todo o espectro de aplicações da floresta plantada, passando pela celulose, papel, compensados, chapas, carvão, indústria moveleira e serraria em geral. Traz também, como um caso especial, matérias sobre a transferência do setor de floresta plantada da Secretaria de Meio Ambiente para a Secretaria da Agricultura do Paraná.
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Montamos um time de grandes especialistas para mostrar os benefícios gerados à nação pela floresta plantada. Seguindo a política adotada pela revista Opiniões, buscamos colocar as opiniões de representantes em todos os elos da cadeia produtiva envolvidos no assunto, avaliando o assunto sob os mais variados ângulos, fazendo da revista, um verdadeiro congresso a respeito do assunto.
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Sem contar dezenas de outros muito bons motivos, onde cada um deles, por si só justificariam a implantação de um projeto nacional de Fomento Florestal, a eliminação das limitações de áreas dedicadas a expansão das florestas plantadas brasileiras - o chamado Apagão Florestal - é uma excelente razão para que o assunto seja tomado e respeitado como um dos maiores e mais bem sucedidos projetos silviculturais, ou agrícola, se preferir, do Brasil. Juntamos nesta edição, representantes do Ministério do Meio Ambiente, dos Governos Estaduais, das entidades representativas de classe, das empresas fomentadoras, dos produtores rurais fomentados, dos bancos de fomento, dos especialistas, dos cientistas... e, dentre eles, não houve uma única voz que discordasse da viabilidade deste projeto.
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A edição deste trimestre fez uma profunda análise sobre o Desenvolvimento da Silvicultura brasileira para a produção de Celulose e Papel, abordando tópicos como o melhoramento genético, o direito autoral de sementes, a silvicultura de precisão, a produção de mudas, o preparo de solo e plantio, a recuperação de áreas degradadas, o manejo, os tratos culturais, a fertilização e adubação, o controle de pragas e doenças, a proteção contra incêndio, a Colheita e Transporte. Estes tópicos foram conduzidos pelos maiores especialistas do país em cada um dos assuntos. O valor literário desta edição é primoroso, pois a história de vida de muitos dos articulistas presentes, se confundem com a própria história da silvicultura em nosso país.
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Enquanto fábricas de papel e celulose estão sendo fechadas no Canadá e nos Estados Unidos, o Brasil está recebendo maciços investimentos de grupos nacionais e internacionais na ampliação das fábricas já instaladas e na construção de novas e modernas plantas. Para viabilizar este promissor cenário, novas fronteiras florestais estão sendo consolidadas, envolvendo, de forma atuante, os governos dos estados em questão. Veja nesta multiplicidade de Opiniões as políticas e as estratégias que estão sendo utilizadas para a viabilização destes projetos.
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Esta é a edição de lançamento da revista Opiniões no setor de Celulose & Papel, que passa a atuar, doravante, de forma regular, exclusiva e específica aos interesses do setor Papeleiro. Como no setor de Açúcar & Álcool, área original de atuação da revista, será trimestral, distribuída nominal e gratuitamente a todos os executivos de todas as unidades produtoras, entidades e demais interessados no setores de celulose, papel e florestas.
A revista Opiniões é uma publicação que se interessa apenas por assuntos estratégicos, de interesse nacional e para o qual se busca um norte e uma solução de consenso. Sendo assim, atualmente, não existe nada mais importante para ser discutido que a viabilização da ampliação da produção do setor de celulose e papel.
O estoque de floresta plantada está acabando. O assunto é tão importante que ganhou até o apelido de Apagão Florestal. Para discuti-lo reunimos os maiores especialistas do país no assunto, envolvendo o Ministério do Meio Ambiente, Ministério e Secretária da Agricultura, BNDES, associações nacionais e internacionais, produtores, cientistas em pesquisas e desenvolvimento florestal, em meio ambiente e recursos como terra e água, dentre outros.
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